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Daniel combina narrativas históricas (capítulos 1–6) com visões apocalípticas (capítulos 7–12). Daniel, levado como exilado para a Babilônia, sobe aos altos escalões do governo babilônico e persa. As visões incluem as quatro impérios mundiais, o "Filho do Homem" vindo nas nuvens e a profecia das 70 semanas, de enorme importância messiânica.
A historicidade de Daniel é debatida academicamente, mas defendida por dados arqueológicos. Belshazar (Belsazar), chamado de "rei" no livro, foi confirmado como co-regente por tabletes cuneiformes. A Pedra de Ciro e as Crônicas Babilônicas confirmam a queda de Babilônia em 539 a.C. Flávio Josefo relata que Alexandre Magno foi mostrado as profecias de Daniel sobre a Grécia.
Tabletes de Nabonido; Crônicas Babilônicas; Flávio Josefo, Antiguidades Judaicas XI; Rolo de Daniel de Qumran